Um momento de identificar experiências bem sucedidas desenvolvidas pelos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH), estimulando a integração no desenvolvimento de novas experiências e visando à reflexão sobre as práticas exitosas, bem como, alinhar rotinas e processos de trabalho. Assim foi a oficina que acontece de 28 a 30 deste mês, no auditório do Anexo I da Secretaria de Estado de Saúde.
Segundo a técnica da assessoria dos NVEH, da Secretaria de Estado da Saúde, Patrícia Gomes “o encontro com todos os núcleos é anual e é um momento em que alinhamosos termos de informações técnicas sobre os agravos como febre amarela, zika, dengue e demais doenças que mais surgem em nossos municípios. As orientações são sobre notificações, clínica, falhas no banco de dados e as demais informações que em alguns casos deixaram a desejar na hora do preenchimento”, afirmou, acrescentando que em todo o Estado existem 14 núcleos.
Ainda segundo Patrícia, “a troca de experiências exitosas será um dos momentos mais atrativos da oficina, pois na ocasião será apresentada por cada Núcleo, os casos de sucesso implementados em suas respectivas unidades”.
A técnica do NVEH, no Hospital Materno Infantil Tia Dedé, Felizarda Bezerra Mota, explicou que “acontece muitos agravos que precisamos vigiar, fazendo a notificação imediata ou em até 24 horas em nível de Estado ou município, acompanhando os casos até o seu fechamento. Isso é importante para que a unidade tenha conhecimento dos agravos que recebe e nesse momento a gente tem um conhecimento sobre as experiências que podem ser usadas em nossa unidade a fim de que se evitem óbitos, além de conhecer os agravos mais recorrentes em todo o Estado”, informou.
Coordenadora do NVEH, no Hospital Regional de Araguaína, Enesi Oliveira, aproveita o momento para tirar as dúvidas. “No dia-a-dia com o paciente às vezes surgem dúvidas de como lidar e até mesmo como notificar o que chega e nos encontros como este esclarecemos tudo”.
Programação
Na programação, são abordados entre outros assuntos, o Protocolo de Investigação de Intoxicação Exógena;Doença de Veiculação Hídrica e Alimentar; Investigação de Toxoplasmose Gestacional e Congênita; Tuberculose e Hanseníase e Testes Rápidos reagentes confirmatórios para HIV dentro da unidade hospitalar (HIV em gestantes e/ou Aids em adultos) e todas as crianças expostas ao HIV.
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