Como parte da programação do Maio Amarelo, campanha que busca disseminar informações e políticas para um trânsito seguro, os motoristas de órgãos estaduais e municipais participaram na tarde desta terça-feira, 24, de palestras sobre trânsito e cidadania, direção defensiva e primeiros socorros.
Segundo a gerente da Diretoria de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) da Secretaria de Estado da Saúde, Lorena Vasconcelos, “a ocorrência do envolvimento de motoristas oficiais em acidentes é o que o motivou este momento dentro da programação do Maio Amarelo, com temas direcionados exatamente a prevenção”, destacou.
Motorista profissional há 10 anos e há três atuando como motorista no Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran), Darison Matos disse que gostou do que viu nas palestras. “Acho que momentos como este são extremamente válidos, pois a gente tem sempre que se aperfeiçoar no que faz. Especialmente sobre os cuidados com primeiros socorros, a didática foi bem elaborada e esclarecedora. Graças a Deus nunca me envolvi em acidentes, mas caso aconteça ou presencie algum já sei como ajudar”, enfatizou.
Todas as atividades da programação da campanha foram pensadas para atingir diferentes segmentos da comunidade e, para garantir maior amplitude aos temas e informações disseminadas nas ações programadas para Palmas, todos os municípios tocantinenses foram orientados pela Secretaria de Saúde do Estado a desenvolver atividades relativas ao tema dando visibilidade ao laço amarelo, símbolo da campanha.
A programação do Maio Amarelo segue até o dia 31 deste mês, quando acontece uma blitz educativa na região Norte da Capital.
Óbitos por acidente
Os impactos do trânsito inseguro no sistema público de saúde não se resumem, infelizmente, a internações. Registros de óbitos no Tocantins também de 2015 mostram que 590 pessoas morreram em razão de ferimentos causados por acidente de trânsito como causa básica. Ainda neste universo de registros, o dado mais alarmante demonstra que 62,5% (369) dessas vítimas fatais tinham idade entre 20 e 49 anos, período em que muitos destes indivíduos já se enquadram no perfil economicamente ativo, ou seja, já podiam exercer ou já exerciam papéis de responsabilidade ou corresponsabilidade pela provisão financeira da própria família.
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