Para atualizar os profissionais da rede laboratorial pública e privado do Estado, o Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (LACEN-TO) promove nos dias 23 e 24 de abril, um curso de capacitação em diagnóstico parasitológico da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA). O treinamento está sendo realizado na Capital e contempla os municípios de Araguacema (Laboratório Araújo), Tocantinópolis (Lab Municipal), Palmas (NEOLAB), Arraias (NEOLAB), Tocantínia (Lab Municipal) e Pium (Lab Municipal).
A atividade visa melhorar os processos de organização, padronização, agilidade, segurança e eficiência dos serviços prestados. Para a Coordenadora da Rede e Programa de Controle de Qualidade Laboratorial do LACEN-TO, Sirlene Borges Damasceno, “o monitoramento dos exames de saúde pública realizados nos laboratórios dos municípios do Tocantins possibilita avaliar a qualidade e assegurar a confiabilidade dos diagnósticos realizados, sendo disponibilizado ao laboratório participante ao final do ciclo, uma certificação acerca dos parâmetros de assiduidade, pontualidade, concordância e o índice de lâminas satisfatórias”, disse.
O biomédico, do Laboratório de Entomologia e Saúde Pública do Município de Tocantinópolis (Lab Municipal), Francisco Marinho Neto, destacou que “essa capacitação é muito importante tanto para aqueles profissionais novos que estão começando a atuar na área, como também daqueles que já atuam há mais tempo, pois serve como um aprimoramento para manter a atualização. O corpo do LACEN-TO é de excelente qualidade, e são os melhores do Estado, então todos os municípios que participam desse tipo de treinamento, saem com toda certeza aptos para trabalhar na área”, relatou.
Leishmaniose Tegumentar American
A doença é causada por protozoários do gênero leishmania, que é transmitido ao ser humano pela picada de insetos chamados flebotomíneos, conhecidos como mosquito palha, birigui, cangalhinha e asa dura. Eles são mais ativos no período noturno e início da manhã, se desenvolvendo em locais úmidos e ricos em matéria orgânica em decomposição.
Os sintomas são lesões de pele ulceradas ou não, com três semanas ou mais de evolução em paciente residente ou exposto a área de risco. As lesões são mais frequentes em membros superiores e inferiores, mãos, braços, pernas e tronco.
Edição: Karoliny Santiago/Governo do Tocantins
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