HRG realiza simpósio em alusão ao Dia Mundial de Combate à Sepse

O evento visa aumentar a consciência pública sobre a doença, que é uma emergência médica
por Governo do Tocantins
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Evento levou informações e conhecimento aos profissionais sobre a percepção da Sepse - Foto: Divulgação SES-TO file_download

Com o intuito de conscientizar os profissionais da saúde para detecção precoce para os sinais, o Hospital de Regional de Gurupi (HRG) realizou na sexta-feira, 13, o 4° Simpósio de Sepse do HRG. A ação coordenada pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) foi em alusão ao Dia Mundial de Combate à Sepse, celebrado no dia 13 de setembro. 

O evento realizado em ciclo de palestras contou com a participação de profissionais médicos intensivistas da Unidade de Terapia Intensiva do HRG e Hospital do Coração do Tocantins (HCort), além de representantes da Associação de Medicina Intensiva Brasileira  do Tocantins (AMIB-TO),  Conselho Regional de Medicina (CRM-TO) e Comissão de Controle de Infecções Relacionadas à Saúde (CECIRAS). 

"As informações oferecidas por meio das palestras neste evento, servem para alertar as pessoas para a importância de saber detectar os primeiros sinais da Sepse, além dos cuidados necessários para prevenir a infecção. As atividades desenvolvidas no dia mundial da Sepse são um esforço mundial que visa disseminar conhecimento sobre a doença”, destaca o diretor-geral do HRG, Fernando Mota.

De acordo com o médico intensivista da UTI do HRG, Juan Carlos, "o objetivo central da campanha é aumentar a percepção da Sepse tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo, haja vista que a sepse é uma emergência médica e seu tratamento deve ser priorizado”.

O profissional acrescentou que “a data é uma oportunidade para aumentar a consciência pública para este desastre de saúde pouco conhecido, devemos falar mais sobre o assunto, pois assim, com informações, podemos levar conhecimento a outras pessoas e profissionais que contribuirão com a qualidade de vida de quem precisar, que no caso, são os pacientes".

Para a Coordenadora do CCIH, Marília Pantoja, "devemos aumentar a percepção sobre a sepse entre os profissionais de saúde como sendo uma emergência médica, Isso pode fazer muita diferença na intervenção com o paciente, podendo salvar vidas em tempo hábil".

 

Revisão Textual: Aldenes Lima/Governo do Tocantins

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