Em alusão ao Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao combate à violência contra a mulher, o Hospital Geral de Gurupi (HRG) realizou uma ação na quinta-feira, 28. O objetivo foi debater políticas públicas e legislações que garantam os direitos das mulheres, além de estratégias de prevenção à violência de gênero.
Organizada pelo Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual (SAVIS), a iniciativa busca engajar servidores e servidoras da instituição, promovendo reflexão, debate e disseminação de informações essenciais sobre o tema. O evento reforça ainda o papel da informação como ferramenta de transformação social e de prevenção da violência em suas diversas formas: física, psicológica, moral, patrimonial e sexual.
Para o diretor-geral do HRG, Fernando Mota, “a campanha Agosto Lilás se destaca como um movimento nacional de mobilização pela vida das mulheres, enfatizando o papel da sociedade na construção de ambientes mais seguros, igualitários e respeitosos. Com esta ação, o HRG reafirma o seu compromisso com a promoção da dignidade feminina, dos direitos humanos e de um ambiente institucional livre de qualquer forma de violência".
O evento contou com a participação da escrivã da Polícia Civil, Thais Pereira Menezes Fontoura, que ofereceu informações sobre os temas que envolvem a violência doméstica, além de apontar números, perfil das vítimas e agressores, casos da Região Sul, e algumas técnicas de acolhimento de vítimas, bem como identificação de vítimas de violência doméstica e seus direitos.
“O aplicativo Salve Mulher, que é uma ferramenta desenvolvida pela Secretaria de Segurança Pública do Tocantins para combater a violência contra a mulher no estado. O aplicativo Salve Mulher é uma ferramenta que hoje as mulheres vítimas de violência doméstica possuem para solicitar medidas protetivas por meio do seu próprio celular. Ou seja, estando na unidade de saúde, em casa ou na zona rural, hoje o deslocamento até a delegacia não é mais um obstáculo para que as mulheres obtenham as medidas protetivas de urgência", afirmou a escrivã.
Maria Seyla Olímpio, coordenadora do SAVIS, afirmou que "o principal objetivo do serviço é promover a informação e o diálogo, fortalecendo a rede de apoio às mulheres em situações de violência".
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