Hospital Materno Infantil Tia Dedé promove a campanha Setembro Amarelo

Ações de conscientização buscam reforçar a valorização da vida e fortalecer o cuidado com a saúde mental de pacientes, acompanhantes e servidores.
por Alysson-Neya Chaves / Governo do Tocantins
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Durante todo o mês, o HMITD realizará ações de conscientização sobre a valorização da vida - Foto: Divulgação SES-TO file_download

O Hospital Materno Infantil Tia Dedé (HMITD), em Porto Nacional aderiu à Campanha Setembro Amarelo e realizou a abertura oficial, na segunda-feira, 1º, com um evento que marcou o início das atividades voltadas à prevenção do suicídio e à valorização da vida.

Coordenada pelo Núcleo de Apoio à Saúde do Trabalhador (NASST), a campanha promove ao longo do mês diversas ações de sensibilização, com foco no diálogo, na escuta ativa e no acolhimento como ferramentas fundamentais na prevenção de transtornos mentais.

Os painéis instalados na unidade trazem frases de incentivo, fé e esperança como “Você já foi gentil com alguém hoje?”, “Se a dor não for sua, não chame de drama” e “Você é mais forte do que imagina”, mensagens que acolhem e inspiram pacientes, acompanhantes e profissionais.

O diretor-geral do HMITD, Hélio Barros, destacou a importância da iniciativa. "Fazemos a abertura do Setembro Amarelo para enfatizar a importância de uma palavra amiga, de fé e esperança, de entender o próximo, seja um colega de trabalho ou paciente em sofrimento. Vamos trabalhar esse tema em várias ações durante o mês”.

Segundo a enfermeira e coordenadora do NASST, Ester Miranda de Sousa Carvalho, “esse é um momento ímpar para falarmos da importância de acolher quem sofre de transtornos mentais. Ouvir, motivar, encorajar e valorizar a vida são atitudes fundamentais. O Setembro Amarelo vem para endossar esse cuidado”.

Para a enfermeira supervisora do pronto-socorro da unidade, Letícia Henrique, a campanha dá um direcionamento importante aos profissionais. "Às vezes temos um colega ou um familiar próximo e não sabemos como ajudar. Essa campanha mostra caminhos: como buscar apoio, como ouvir, como encorajar alguém a falar de seus medos e dificuldades”.

"É importante, porque fortalece redes de apoio e fomenta uma cultura de cuidado, empatia e acolhimento”, afirmou o operador de microcomputador,  Lucione de Oliveira Negre. 

“Falar de suicídio é necessário”, afirma a coordenadora do NASST, Ester Miranda - Divulgação SES-TO file_download
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