Hospital de Porto Nacional realiza campanha adorno zero no ambiente hospitalar

A ação busca sensibilizar sobre os riscos do uso destes itens por favorecer a contaminação biológica pelo acúmulo de resíduos
por Governo do Tocantins
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O Hospital de Regional de Porto Nacional (HRPN) realiza a campanha adorno zero, com o objetivo de sensibilizar os servidores e colaboradores sobre os riscos do uso destes itens, por favorecer a contaminação biológica pelo acúmulo de resíduos e dificuldade de higienização. Cartazes, adesivos e panfletos informativos foram distribuídos em todos os setores da Unidade.

A campanha atende as recomendações da Norma Regulamentadora (NR) nº 32/2005 do Ministério do Trabalho (MT), que disciplina de forma específica sobre a segurança e a saúde do trabalhador dos serviços de saúde, para prevenção de riscos à saúde. 

Segundo a enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HRPN, Andreia Souza Aires, “o objetivo desta campanha e reforçar para os profissionais a importância de não utilizarem adorno, no ambiente hospitalar, para reduzir os riscos de infecções, tanto para os pacientes, como para os servidores. O uso indevido de acessórios ou adereços no ambiente hospitalar pode comprometer o estado de saúde de um paciente. Uma vez em contato com bactérias ou vírus, esse objeto também pode ser prejudicial a quem está utilizando ou às pessoas que entrem em contato com ele”, reforçou. 

“Essa orientação vale para todos os colaboradores, profissionais, residentes e alunos que prestem assistência ao paciente ou que, de alguma forma, entrem em contato com fluidos, secreções e qualquer tipo de matéria orgânica proveniente do paciente ou do processo assistencial e também àqueles que manipulem alimentos e dietas, visando garantir a sua própria segurança”, disse a medica infectologista do HRPN, Ana Therra Soares.

Os adornos não devem ser usados durante o trabalho nas áreas assistenciais, visto que facilitam o acúmulo de micro-organismos. Anéis, aliança, relógios e pulseiras, por exemplo, não permitem a lavagem correta das mãos e não secam completamente, acumulando umidade e resíduos. Também são considerados adornos brincos, piercings expostos, correntes, colares, presilhas, broches, gravatas e crachás pendurados por cordão. 

O diretor geral do HRPN, Welson Pinto de Almeida lembrou que a campanha está sendo organizada pelos núcleos de Educação Permanente (NEP), Atenção à Saúde e a Segurança do Trabalhador (NASST) e Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). 

Edição: Aldenes Lima/Governo do Tocantins

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