Governo do Tocantins adere ao enfrentamento nacional contra a Covid-19, influenza e outros vírus respiratórios

O tema foi debatido na reunião da Comissão Intergestores Tripartite, em Brasília, na quinta-feira, 27
por Governo do Tocantins
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Na ocasião foram pactuadas importantes diretrizes para a promoção de um SUS melhor - Foto: Erasmo Salomão/Ascom MS file_download

Dentro da agenda institucional, em Brasília, o secretário de Estado da Saúde do Tocantins, Carlos Felinto participou, na quinta-feira, 27, da na segunda reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) em 2025. Na ocasião, foram pactuadas as  diretrizes para o enfrentamento da Covid-19, influenza e doenças causadas por outros vírus respiratórios de importância em saúde pública e a diretriz Nacional para Atuação Integrada dos Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde no Território.

Apresentada pelo coordenador-geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e outros Vírus Respiratórios, da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Marcelo Gomes, a política implementa medidas estratégicas para redução do número de hospitalizações e óbitos por covid-19, influenza e outros vírus respiratórios de importância em Saúde Pública.

Já a pauta sobre os agentes de endemias foi apresentada pela secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel e leva em consideração que os Agentes de Combate às Endemias (ACE) e os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham um papel estratégico e fundamental na identificação de riscos, monitoramento de condições de saúde e implementação de ações preventivas nas comunidades, garantindo uma abordagem territorializada que fortalece o vínculo com a população e promove o cuidado integral.

“São diretrizes muito importantes, dada à sazonalidade em que vivemos no país e no Tocantins, com o período chuvoso que é propício ao aumento de casos das síndromes respiratórias e das arboviroses, que podem ser evitadas com a atuação dos agentes de endemias. O Tocantins está atento às normativas e, atuante nas políticas de prevenção, combate e tratamento da população atingida”, afirmou Carlos Felinto.

Na ocasião, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do Ministério da Saúde (MS) Carlos Gadelha apresentou o financiamento do medicamento Sulfato de Gentamicina, para tratamento da brucelose, no Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF) e a minuta de portaria que altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre normas de financiamento e de execução do Componente Básico da Assistência Farmacêutica, no âmbito do SUS, ambas foram pactuadas.

Além dessas, foi pactuada a minuta de portaria que institui a obrigatoriedade de envio dados de Regulação Assistencial no âmbito do SUS, regulamenta o conjunto de dados e periodicidade de envio, apresentada pelo diretor do Departamento de Regulação Assistencial e Controle do MS, Carlos Amílcar Salgado.

Despedida

A reunião da CIT também foi marcada pelo tom de despedida das conquistas da gestão da ministra da Saúde, Nísia Trindade e pela atenção aos desafios projetados para a nova gestão do ministro da saúde, Alexandre Padilha.  A vice-presidente do Conass e secretária de saúde do Ceará, Tânia Mara, agradeceu por todo o trabalho que Nísia fez na sua gestão, por sua dedicação e tudo que ela desenvolveu na saúde. “Falar dela é lembrar do feito na atenção primária, da reconstrução do Ministério da Saúde quando tudo parecia perdido, da recuperação vacinal e o papel que ela exerceu em todas as regiões e estados”, disse. Tânia disse ainda que ela será sempre lembrada pelo seu entendimento das políticas de saúde pública e desejou sucesso em sua nova jornada.

Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, que também está deixando o cargo, desejou êxito ao próximo ministro e agradeceu o tempo de trabalho junto à ministra Nísia. “Agradeço a todos os momentos junto à ministra. Esse é um momento de transição, mas desejo que a Opas esteja sempre de mãos dadas com o Sistema Único de Saúde (SUS).  Temos que defender o SUS e continuar lutando para levar saúde para todos e vamos continuar juntos”, comentou. (Com informações da ASCOM do Conass).

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