Para discutir assuntos sobre a promoção de saúde e qualidade de vida da mulher e criança indígena, a Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Diretoria de Atenção Especializada, realizou na última sexta-feira 23, a reunião do Fórum Perinatal.
Segundo a gerente de Média e Alta Complexidade da Secretaria de Estado da Saúde, Raquel Marques Soares, o objetivo foi debater as diretrizes da Rede Cegonha, apresentando, em especial, o acolhimento da gestante indígena e as experiências exitosas do Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR) e do Hospital e Maternidade Tia Dedé. “Hoje contamos com um sistema que está sendo alimentado com dados sobre as gestantes indígenas que passam nas unidades hospitalares do Estado. De janeiro a junho deste ano nasceram 57 crianças indígenas nos nossos hospitais. Destes, 15 partos foram cesarianos e 42 normais”, informou.
Quem aproveitou a oportunidade para participar foi enfermeira e coordenadora da Atenção Primária do Município Miracema, Viviana Leão. “Nosso principal foco é trabalhar a humanização da gestante indígena dentro da Atenção Básica e orientar como chegar ao trabalho de parto dentro do hospital. Essa reunião é muito importante, pois Miracema é um dos municípios que possuem muitos indígenas na região urbana”, enfatizou.
Sobre o Forúm Perinatal
O Forúm Perinatal se constitui em um espaço coletivo, plural, gestor interinstitucional onde se firmam acordos éticos do Estado com instituições, conselhos e sociedades civil para a promoção da saúde e qualidade de vida da mulher e criança.
Participaram desta reunião profissionais de unidades hospitalares, Unidades Básicas de Saúde (UBS) de 15 municípios tocantinenses, gestores de saúde, profissionais de Laboratório Central, área técnica da Rede Cegonha, área técnica da Saúde da Mulher, da Criança, Defensoria Pública, Saúde Indígena e Distrito Especial Indígena (DSEI).
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