Pré-natal malfeito; infecção urinária; infecção bucal; diabetes; hipertensão; consumo de drogas; gravidez na adolescência e obesidade e problemas nutricionais são as principais causas da prematuridade, problema combatido através da campanha Novembro Roxo, que acontece pelo segundo ano consecutivo no Tocantins. Para despertar a comunidade sobre o tema, o Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) realizou na tarde do domingo, 17, um encontro no Parque Cesamar, em Palmas.
Durante o evento houve exposição de banner e distribuição de alguns materiais relacionados, com informações sobre bebê prematuro, os cuidados com este bebê e onde procurar ajuda. “Atualmente 25% das crianças que nascem no Dona Regina são prematuras, ou seja, nascem antes das 37 semanas de gestação, o que ocasiona muitos riscos à saúde da mãe e do bebê e acarreta maior custo aos serviços de saúde, por isso é tão importante falar sobre isso e buscar a redução desta estatística”, afirmou Vera Lúcia Lopes, coordenadora do Método Canguru Estadual.
Segundo a coordenadora de enfermagem da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN), do HMDR, Edivani Cristina Santos, “ano passado nós focamos nos profissionais, com um seminário que debateu o tema e este ano resolvemos levar as informações à comunidade. Falar sobre as causas e o que se pode fazer para evitar é imprescindível, pois só este ano tivemos 676 bebês prematuros nascendo no Dona Regina”, destacou.
Novembro Roxo
É uma campanha que busca evidenciar a importância da assistência médica adequada aos bebês e a prevenção do parto prematuro, quando possível, a partir de um pré-natal completo. No Brasil, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de 2016, a taxa de prematuridade é de 11,5%, quase duas vezes superior à observada nos países europeus. Deste percentual, 74% são prematuros tardios (nascidos entre a 34ª e 36ª semana gestacional).
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