O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), realizou nesta sexta-feira, 19, em Gurupi, o Dia D de mobilização para combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha está sendo realizada em toda a rede estadual de ensino do Tocantins e o lançamento contou com as presenças do Ministro Chefe da Secretaria Nacional dos Portos, Helder Barbalho, da vice-governadora Claudia Lelis, do secretario Adão Francisco de Oliveira, além do prefeito de Gurupi, Laurez Moreira.
Promovida nacionalmente pelo Ministério da Educação (MEC), a ação foi realizada no Centro de Ensino Médio de Gurupi, onde as autoridades e os parceiros da Seduc na mobilização foram recepcionados pelos alunos e professores. O Dia D de mobilização e combate ao mosquito Aedes aegypti também acontece nas sedes de todas as Diretorias Regionais de Educação (DRE), com o objetivo de mobilizar e conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância de prevenir a proliferação do mosquito vetor de doenças como a dengue, zika e chikungunya.
A exemplo da Diretoria Regional de Educação de Dianópolis, que realizou uma passeata com estudantes das redes estadual, municipal e federal pelas ruas da cidade. O evento, que compôs o Dia D de mobilização, contou com a parceria da Prefeitura de Dianópolis, da Polícia Militar e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins.
Em Palmas, a ação foi realizada sob a coordenação de cinco escolas polos: o Centro de Ensino Médio Tiradentes, a Escola Estadual São José, a Escola Estadual de Tempo Integral Raquel de Queiroz, o Centro de Ensino Médio Castro Alves e a Escola Estadual Maria dos Reis.
Mobilização
De acordo com o ministro Helder Barbalho, é fundamental o envolvimento de toda a rede de ensino, dos alunos, professores e colaboradores, para vencer a disputa contra o vírus que vem se proliferando em todo o Brasil. “O governo federal compreende que as escolas estão presentes em cada local deste país. São locais onde se podem orientar as formas de fazer o combate ao mosquito e a partir das quais podemos ter multiplicadores espontâneos nessa campanha”, disse.
Para Adão Francisco de Oliveira, as ações junto à comunidade escolar serão como um dever de casa. O secretário entende que as escolas são ambientes ideais de repercussão e orientação para fazer o combate ao vetor, garantindo que o Tocantins possa vencer esta guerra. “Nós temos duas situações especificas: a primeira parte é o que vamos desenvolver este ano, que é sustentabilidade e educação; a segunda é a conscientização para vermos todos engajados no combate ao vetor destas três doenças que tem causado grandes transtornos à saúde publica no Brasil”, complementou.
A vice-governadora Claudia Lelis buscou chamar a atenção quanto às responsabilidades de todos nesta campanha. Na ocasião, ela falou sobre os riscos e as consequências provocadas pelas três doenças que são transmitidas pelo mesmo mosquito vetor, o Aedes aegypti. “O Tocantins abraçou esta campanha. Hoje é o dia D, mas nós sabemos que a única forma de nos proteger e vencermos esta batalha é através de uma força tarefa, com a união do Governo do Estado, dos governos federal e municipais, além de toda a sociedade. Esta é uma luta de todos nós”, concluiu.
Nas escolas
De acordo com a diretora Regional de Educação de Dianópolis, Jane de Cássia, o Dia D de mobilização foi a culminância de uma série de trabalhos realizados junto à comunidade escolar. “Nós formamos uma comissão para discutir ações a serem traçadas para conscientizar a população e combater o Aedes aegypti. Depois disso, nós fizemos uma série de trabalhos junto aos alunos e à comunidade escolar, e esta passeata de hoje foi a culminância de todo esse trabalho”, destacou.
A professora de Biologia, Juliana Kern, explicou a forma que aborda o assunto com os estudantes. “Desde o ano passado estamos estudando sobre as doenças que o mosquito Aedes aegypti transmite. Acompanho os noticiários para verificar como está o andamento das pesquisas e dos casos de dengue, do zika vírus e da febre Chikungunya”, disse Juliana, que leciona em Palmas.
“Acho importante essa integração entre comunidade e escola para conscientizar a população. Isso deve acontecer também para discutir a segurança, a saúde e outros assuntos de interesse da comunidade. Quem age em grupo não fica desamparado”, ressaltou Lucas Miranda, 15 anos, matriculado no 2º ano do ensino médio na Capital. (Colaboraram Philipe Bastos e Josélia de Lima)
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