Equipe do Governo do Tocantins visita o primeiro projeto de depósito polimetálico do Estado em Palmeirópolis

A mineradora já efetuou mais de 25 mil metros de sondagem com o objetivo de expandir o conhecimento sobre áreas com minérios de zinco, cobre, chumbo, prata e ouro em Palmeirópolis.
por Bianca Marinelli
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A equipe do Governo do Tocantins, por meio da Agência de Mineração do Estado – Ameto, visitou, no dia 1º de novembro, o projeto da mineradora que desenvolve pesquisa, consolidando as descobertas e expandindo significativamente o escopo da investigação na região de Palmeirópolis.

A mineradora está em processo avançado, já possuindo o Contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, firmado em 202, que abrange seis áreas com minérios de zinco, cobre, chumbo, prata e ouro. O objetivo desta visita foi conhecer mais detalhes sobre o projeto e convidar os diretores da mineradora para participarem do I Fórum da Mineração do Tocantins.

Durante a visita, o presidente da Agência de Mineração do Tocantins – Ameto, Milton Neris, e a equipe técnica da agência tiveram a oportunidade de observar os detalhes do projeto, onde a mineradora Alvo já efetuou mais de 25 mil metros de sondagem, visando expandir o conhecimento sobre o depósito polimetálico de Palmeirópolis.

Segundo a diretoria da mineradora, a Alvo Recursos Minerais SPE EIRELI apresentou o Relatório Integrado de Reavaliação de Recursos e Reservas do Projeto Palma ao Serviço Geológico do Brasil (SGB) em março deste ano, relatando seis áreas com minérios de zinco, cobre, chumbo, prata e ouro em Palmeirópolis, consolidando as descobertas prévias do SGB e expandindo significativamente o escopo da pesquisa na região.

“É a mineração aprofundando-se em pesquisas e certificando que esta região de Palmeirópolis obteve resultados altamente promissores da perfuração. Além do complexo polimetálico, na região também foram encontrados os primeiros resultados que indicam a existência de terras raras de argila iônica, um projeto importante que tem a China como maior produtora e agora aqui no Brasil, em Palmeirópolis”, destacou o presidente da Ameto, Milton Neris.

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